Autor: Andre Naves

A Tragédia Yanomami: uma questão de exclusão social!

Esqueletos vivos, doenças e muita miséria: enquanto alguns golpistas rechonchudos reclamavam, pelas redes sociais, de imaginários campos de concentração, uma ampla tragédia, convenientemente ignorada pelo Poder Público e pela Sociedade Civil, desnudava o amplo e verdadeiro esquema de violência e criminalidade que impossibilitava a reprodução dos modos de vida Yanomami.

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Desigualdade Social, Exclusão e Polarização Política

A polarização político-eleitoral que tantos males traz ao desenvolvimento nacional é uma consequência da nefasta desigualdade social existente em nosso país. Essa desigualdade pode ser percebida com cada grupo ou setor social se encastelando em bolhas ideológicas incomunicáveis determinadas pelas díspares condições materiais em que cada indivíduo está inserido. 

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Terror Antidemocrático e Capacitista! 

O mundo ainda se ressente do maremoto COVID que, ressalte-se, não terminou. Essa tempestade auxiliou na desorganização das cadeias globais de produção, o que incrementou a carestia, a inflação e diversos outros problemas sociais. 

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Governo Lula: a Inclusão subiu a Rampa!

A celebração da posse de Lula no primeiro dia de 2023 foi repleta de indicações simbólicas e orientou uma série de compromissos a serem concretizados pelo futuro governo. Entretanto, a realização dela como cume da transição democrática de poder foi uma das mais importantes demonstrações de que a institucionalidade brasileira é sólida, segura e estável.

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Caminho…

Lembro-me de abrir os olhos… No momento em que a Luz começou a penetrar em minha alma e desfazer as trevas em que eu estive imerso por tantas semanas, percebi o Samba: era um desfile celebrando os 500 anos do Brasil. Voltei à caverna da inação, de onde só saía por poucos instantes, cada dia um pouco mais, durante as semanas seguintes. O carro, o acidente, o coma… Tudo se somava em confusão, esperança e incerteza: as águas do rio sempre fluem e os caminhos nos convidam à viagem!

Caminho…

Por trilhas em que o “eu” se dissolve no “nós”, sigo adiante. Uma nova disciplina, recheada de muito trabalho, terapias e tratamentos seria a nova marca que guiaria o meu caminhar. Ela é o pendor para a caminhada constante, sempre enxergando os limites como possibilidades. É a luta diária pela superação dos mais variados obstáculos. É a certeza de que as nossas reflexões só produzirão efeito se realizadas e, portanto, devem pautar a ação concretizadora. Em uma ideia: a disciplina é a materialização da esperança… O esperançar!

Espero, logo caminho…

Mas as mesmas trilhas que nos convidam ao progresso, são as que nos desafiam com obstáculos e revezes. O cerne da questão, a solução que nos levará ao sucesso, reside na perseverança. Assim como o rio que segue fluindo e desvia das rochas, nunca tentando aniquilá-las, a continuidade pelo mesmo caminho com a adaptação às barreiras impostas, por mais severas que elas sejam, é a estrada para o sucesso e para a superação. Ora, se a disciplina deve ser a substância do nosso caráter, a perseverança é o fermento de nossas realizações. 

Com as pedras encontradas, pavimento o caminho!

De nada adianta a disciplina divorciada da perseverança. Não há benefícios, por sua vez, na constância sem a arduidade. A verdade, entretanto, é de que nada vale caráter nem realizações egoístas. A vida quer da gente é alteridade, isso é, enxergar nos outros os complementos para as falhas do eu. Ela exige a consciência de que a diversidade é o maior ativo humano! Entretanto, essa tomada de posição em favor da pluralidade não pode ser fria, mas deve ser inclusiva, dando voz e emancipação plena às mais diversas individualidades. 

Acompanhados, caminhamos mais longe!

Dotados da Disciplina, da Perseverança e da Alteridade como vestes que devem impulsionar as conquistas humanas, nota-se que a Inclusão Social, materializada pela concretização dos Direitos Humanos, é a melhor estratégia para a obtenção da sustentabilidade ambiental e da transparência de governança: é que pressões sociais favorecem o desprezo pela Natureza e o advento de novas práticas corruptas, e vice-versa. Ou seja, o chamado tripé paradigmático “ESG” deve ser encarado como um pilar único, em que cada uma de suas faces é interdependente e harmônica em relação às outras… 

Dessa maneira, impulsionados pela disciplina, pela perseverança e pela alteridade, devemos percorrer as trilhas, da sustentabilidade ambiental, da inclusão social e da transparência na governança, se quisermos almejar a construção de uma sociedade estruturalmente Sustentável, Livre e Justa, sem esquecer, entretanto, que é caminhando que se faz o caminho…

ANDRÉ NAVES

Especialista em Direitos Humanos e Sociais.
Defensor Público Federal. Escritor, Palestrante e Professor. Conselheiro do Chaverim, grupo de assistência às pessoas com Deficiência. Comendador Cultural.
Colunista do Instituto Millenium, além de diversos outros meios de comunicação. www.andrenaves.com

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Armadilhas…

“No Brasil, até o passado é incerto.”. A frase atribuída a Pedro Malan chama a atenção para uma das maiores barreiras ao desenvolvimento brasileiro: a insegurança institucional. É que ela representa a incerteza quanto aos rumos das políticas públicas abraçadas pelos diferentes governos nacionais e por setores da sociedade civil, redundando na maximização burocrática para maquiar privilégios predatórios dos recursos públicos. Essa exponenciação regulatória que inverte as reais prioridades sociais e macula tanto a Liberdade como a Justiça, afugenta investimentos de longo prazo, na medida em que impede o planejamento necessário ao fortalecimento econômico pátrio.

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O Futebol ajuda a estruturar a Sociedade Inclusiva!

O futebol é o esporte mais popular do globo! As mais diversas emoções e paixões assumem caráter exponencial quando se trata de questões futebolísticas. Seja por se assemelhar aos dramas, e às delícias, da realidade, tudo o que diz respeito ao esporte bretão, também denominado ludopédio, move multidões e ganha caráter épico! A visibilidade, o exemplo, a superação e até mesmo os obstáculos encantam as pessoas e motivam-nas a atuar disciplinada e perseverantemente.

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Quem tem fome, tem pressa!

O Brasil, em muito devido ao seu modelo econômico desigualitário, se arrasta de crise em crise, passando por curtos soluços de bonança. Ou seja, o paradigma de crescimento nacional é estruturalmente excludente, privilegiando uma minoria, em detrimento de uma maioria marginalizada e despossuída. Esse modelo, agravado a cada passagem de penúria econômica, é determinante para que uma parcela enorme do povo brasileiro, inaceitavelmente, ainda passe fome!

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COP 27 – Sobrevivência e Inclusão

Diz a sabedoria popular que sempre que não se quer resolver um problema, basta criar uma comissão. As COPs – Conferências das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), no sentido do ditado citado, vêm se arrastando dominadas pela hipocrisia, pelos debates vazios e com poucos efeitos concretos e práticos. Ao invés de combater a devastação ambiental, garantindo a sobrevivência humana na Terra, ela acabou se tornando um convescote dos donos do poder e convidados…

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A Copa é Verde e Amarela!

A normalidade da vida brasileira, baseada nos constantes solavancos institucionais e crises sociais, vai, gradualmente, sendo restaurada após as intensas e calorosas conflituosidades partidárias. Um sentimento misto de medo e esperança com os acontecimentos futuros toma conta de todas as individualidades nacionais. 

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Resultado eleitoral: perspectivas para a Inclusão Social

O Brasil é estruturado como um Estado Democrático de Direito: essa locução não é vazia de conteúdo, mas denota que o respeito democrático e à ordem legal constituem fundamentos de nossa pátria. Não existe a República Federativa do Brasil sem a Democracia, portanto. Nesse sentido, os ritos eleitorais foram cumpridos, a soberania popular se manifestou, e, como tal, decidiu por um novo Presidente da República: o Sr. Luís Inácio “LULA” da Silva. Essa decisão soberana dos cidadãos demanda respeito ordeiro e pacífico de todos.

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Aula: Infância e Direitos Humanos no Instituto Singularidade SP

Aula magma Faculdade dos Pinhas

paper cutouts on a green surface

A Iniciativa Privada liderará a Preservação Ambiental

A Democracia não é apenas a vontade da maioria representada pela acrítica soma dos votos. Ao contrário, ela é a vontade da maioria, temperada pela dignidade das minorias, sempre com a finalidade precípua de concretização dos Direitos Humanos. Estes, decorrentes do direito à Vida, à Liberdade, à Propriedade, à Segurança e à Igualdade, podem ser resumidos na noção efetiva de equalização de oportunidades entre todas as individualidades.

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pensive ethnic man listening to answer in paper cup phone

Sabemos ouvir as Urnas?

A Democracia é, como se sabe, o governo do povo. Dito em outras palavras, é a construção de políticas públicas de acordo com os desígnios da maioria, respeitada a dignidade das minorias, sempre com a finalidade de concretização dos Direitos Humanos. Esses não constituem a panaceia aparelhada por certos grupos políticos que tanto desgastam seu próprio conceito. Na verdade, eles podem ser conceituados como a estruturação de iguais oportunidades, a partir das quais, mediante esforço individual, cada pessoa tem a livre oportunidade de desenvolver suas capacidades.

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Os Riscos do Voto Útil

A Democracia não é apenas a vontade da maioria representada pela acrítica soma dos votos. Ao contrário, ela é a vontade da maioria, temperada pela dignidade das minorias, sempre com a finalidade precípua de concretização dos Direitos Humanos. Estes, decorrentes do direito à Vida, à Liberdade, à Propriedade, à Segurança e à Igualdade, podem ser resumidos na noção efetiva de equalização de oportunidades entre todas as individualidades.

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A Rainha Inclusiva e o Rei Verde

“ABC, ABC, toda criança tem que ler e escrever.” —  Pelé

A vida humana é permeada de simbolismos. Esses, por sua vez, podem ser encontrados nas nossas mais diversas experiências. Exemplo disso é a peça teatral shakespeareana “Ricardo III” em que o protagonista é uma pessoa com deficiência extremamente cruel, sanguinária e cheia de contradições. Com isso, William Shakespeare, mediante o uso cultural e poético das palavras, evidenciou o óbvio: assim como toda pessoa, aquelas com deficiência também são humanas e, portanto, passíveis de todos os vícios de caráter que afligem a sociedade.

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Bandeira do Brasil

O Pavilhão Nacional simboliza o Brasil. É marca do povo, de todos aqui nascidos, estrangeiros, ou que, de qualquer maneira, contribuam com o engrandecimento nacional, mantendo conosco laços de afetividade e admiração. A bandeira do Brasil, como símbolo máximo da pátria, é inclusiva, não admitindo usos sectários ou exclusivistas por qualquer parcela do povo brasileiro ou ideologia política.

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Saco vazio não para em pé!

Como vovó já dizia: “Saco vazio não para em pé”!

            Dentre as inúmeras áreas em que as políticas públicas brasileiras são precarizadas e impulsionam, assim, o crescimento da desigualdade social, a Educação (em especial a infanto-juvenil) assume caráter de primazia absoluta. Em outras palavras, a Educação, que é a mais importante estratégia para o equacionamento de nossas mazelas sociais, vem sendo, cada dia mais, desmontada pelas absurdas políticas do atual governo.

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A Democracia é necessária para a Inclusão!

Ainda que permeada de superáveis falhas e ineficiências, a Democracia constitui a melhor forma político-governamental existente. Mas, qual seu conceito? Pois bem, o Estado ao assumir a conformação Democrática e de Direito privilegia a vontade da maioria, respeitando as dignidades minoritárias, sempre com o objetivo final de ampliar e concretizar os Direitos Humanos. Eles constituem as garantias vinculadas à essência de cada ser humano, sendo decorrentes, de acordo com nossa Constituição Democrática, dos nossos 5 direitos fundamentais: vida, liberdade, igualdade (entendida como igualdade de oportunidades), propriedade e segurança.

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