Foi dada a largada para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Belém, no coração da Amazônia, está recebendo líderes mundiais, cientistas e ativistas para debater o futuro do planeta. É momento de esperança, dizem os otimistas. De última chance, gritam os desesperados.
Mas há uma voz que permanece invisível nas pautas oficiais, nas agendas diplomáticas, nos comunicados memoráveis: a voz das pessoas com deficiência. Essa ausência não é acidental. É estrutural. É capacitismo climático — a negligência sistemática de uma perspectiva que, justamente, sofre desproporcionalmente com o que todos fingem discutir.
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