Passadas décadas, o debate político do Brasil continua aprisionado a um entendimento vetusto e contraproducente: de um lado, o campo, visto apenas como exportador de commodities; do outro, a indústria, percebida como o único vetor de modernidade.
Essa visão anacrônica desperdiça nossa maior vantagem comparativa. O agronegócio brasileiro não é o antípoda da industrialização; ele é, hoje, pragmaticamente falando, a plataforma mais viável para uma neoindustrialização verde, tecnológica e profundamente inclusiva.
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